Prezada Gisele,

Se a adoção da linguagem colonial/patriarcal do opressor, ressignificada ou
irônica, é contraproducente para a causa das mulheres oprimidas, como
defendem muitas feministas em meios menos elitizados, então o texto em
questão não se soma ao feminismo, ao contrário.

Carl Sagan ainda me serve, e ele mostrou que o contexto de divulgação não
exclui a profundidade de informação (e o bom gosto). Nada da ciência da
Marie Curie é bem apreciada nesse caso. Por isso, é cabível avaliar o texto
como rasteiro, que usa mau gosto para compensar a sua insuficiência, como
avaliou o Carlos Gonzalez.

Abraço

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