> Vejam o caso do CLMPST em Buenos Aires,  onde estamos agora.

Como membro do PC do CLMPST posso dizer que levamos cuidadosamente em
consideração a presença substancial de mulheres entre invited e
plenary speakers.  E o mesmo valeu para o próprio PC.  E ambos o chair
do evento e o chair da organização foram ocupados por mulheres.
Também a presidência do próprio CLMPST se encontra ocupada por uma
mulher, aliás.

> Querem "incentivar" a participação de mulheres, muito bem , de pleno acordo-  
>  mas não oferecem nenhuma vantagem ou incentivo.
>
> Minhas ex-alunas,  jovens professoras ou desempregadas,  acharam caríssimo 
> pagar 100 USD para se candidatar a um paper,  e não tiveram como participar.

Bem, neste caso o preço foi igualmente "caro" (baratíssimo, na
verdade, comparado com os valores praticados por eventos da área de
Computação, por exemplo) para "mulheres, negros, LGBTQIA+,
latino-americanos, não-anglos, asiáticos, indígenas ou outras
minorias".  Ah, e também para os próprios membros do PC do evento.

Abraços, e até já,
Joao Marcos

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