Le mercredi 01 novembre 2017 à 14:52 -0200, André Batista a écrit :
>
> *Nada* é certamente um exagero. Diz-se que não tem a ver com o preço
> para distinguir de freeware, shareware, SaaS e etc.
Nada a ver. É para dizer que pode-se sim vender o programa, mas
justamente com a obrigação de fornecer também o código-fonte e a
liberdade de usá-lo a seu bel prazer.
Me parece que faltou entender o básico, no caso.
> Não obstante, seria razoável chamar de livre um programa que é
> fornecido gratuitamente, mas para o qual se exige o pagamento de um
> valor exorbitante para ter acesso ao código-fonte?
Claro que não. E ninguém chama. Para isso mesmo que existe o esquerdo
de cópia.
> Veja bem, o fornecedor não se nega a fornecer o código-fonte, somente
> estipula um preço astronômico. Esse preço não afeta em *nada* a
> liberdade?
Leia a GPL. Ela deixa isso bem claro: permite cobrar somente o valor
de custo de se fazer uma cópia e do eventual suporte físico; por isso
mesmo que se tornou universal fornecer uma URI.
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