Interessante uma release com aplicativos mais atuais focada em desktop.

Em relação ao FF ESR, até o momento só tive um pequeno problema nos frames
por segundo dos vídeos quando assisto ao Netflix. Problema este que não
tinha usando o Chrome na versão Jessie. Mas como nesta versão do Stretch
decidi usar menos software proprietários possíveis, estou usando o FF ESR
para quase tudo. Instalei o Chromium para caso necessite dele para o
Hangout, por exemplo.

Sem mais problemas

Em 20 de setembro de 2017 08:56, Samuel Henrique <[email protected]>
escreveu:

> não exatamente. o foco do stable é ser stable, tanto para servidores
>> quando para desktop. em muitas situações você não quer um desktop que
>> fique tendo novas versões dos pacotes (e por definição novos bugs) o
>> tempo todo. você não diria que o Ubuntu LTS, que é lançado a cada 2 anos
>> da mesma forma que o Debian, tem foco em servidores.
>>
>
> ​Na verdade eu digo que o Ubuntu LTS é focado em servidores, inclusive são
> as imagens LTS que ficam disponíveis em serviços de hospedagem e são usadas
> para servidores. Mas sim, o ubuntu possui releases "ubuntu server" que não
> são LTS e o foco real do debian stable é stable, o que acontece é que pra
> se usar em servidores o pessoal vai de ubuntu lts ou debian stable.​
>
> dito isso, de fato para usuários técnicos que querem estar nas versões
>> mais novas, e estão dispostos a entender um pouco mais de como funciona
>> o processo de desenvolvimento do Debian, normalmente podem usar testing
>> sem (muito) susto.
>>
>
> ​Eu defendo que o Testing é pra qualquer um que queira ter uma experiência
> mais desktop, não é necessário querer aprender como funciona o
> desenvolvimento ou aceitar sustos, já que a estabilidade do Testing é
> equivalente a de distribuições como Mint, Ubuntu, Fedora e cia.​ Inclusive
> conversei com algumas pessoas na debconf sobre como o Debian deveria ter
> uma release "desktop", que seria apenas um testing sem freeze e com updates
> de segurança*, achei que tinha comentado contigo também.
>
> Já cansei de ver o uso do stable em experiência desktop dar mais problema
> do que se a pessoa estivesse usando o Testing, principalmente para
> hardwares novos, já que os drivers novos não são portados. Mas onde o
> usuário é mais impactado são nos softwares de uso diário, apenas um
> exemplo: usuário do stable rodando firefox ESR, que em algum certo ponto se
> torna uma release defasada no sentido que não suporta tecnologias que sites
> usam (youtube foi bem notável nesse quesito) e a experiencia do usuário ao
> acessar esses sites se torna horrível, fica lento e travando.
>
> Ainda sonho com o dia que a gente tenha uma release focada em desktop (que
> não se chame testing), estável mas com pacotes atualizados pelo menos ao
> ponto de não impactar no desempenho (drivers, firefox ao invés do
> firefox-esr...).
>
> *Hoje, o único problema em se usar o Testing pra desktop é que não temos
> uma dinâmica de updates de segurança aceitável (no testing), os fixes levam
> no mínimo 2 dias para chegar.
>
>
> --
> Samuel Henrique <samueloph>
>



-- 
Thiago C. F.

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